Dentre os males
que agravam nossa sociedade, nada deixa o eleitorado mais
descontente quanto a corrupção enraizada na politica.
A sociedade que
elege seus governantes espera por mudanças que geralmente não saem do papel. O
desvio de dinheiro publico, a má administração de recursos provenientes do
“povo” para o “povo”, reflete em uma situação de desesperança na alma da nação,
distorcendo o significado da democracia.
Aliás, falando
em democracia...Esta forma de governo tão afamado desde os tempos antigos,
conquistado (mesmo que não conforme sonhado),através de inúmeras revoltas, ao preço de repressões, vidas e historias de
pessoas que pouco, ou não sabemos seus nomes, mas que sonharam com um mundo melhor.
A falsa
democracia que encaramos no mundo contemporâneo, não é a tão sonhada por nossos
pais. Muito se ouve falar em mensalão, dinheiro na cueca, desvio de recursos, fraudes
em prestação de contas, funcionários fantasmas, milhões e milhões de reais que
desaparecem e que não voltam aos cofres
públicos. Dinheiro este, que significaria (se acaso significasse respeito ao
povo) mais leitos em hospitais, melhoria no sistema publico de educação, mais
assistência para os menos favorecidos que proporcionalmente a esta situação
continuam na mesma realidade.
Ano após ano, a “banda
podre” da politica tende a elaborar jogadas articuladas para monopolizar o poder publico e manter os
menos instruídos debaixo de seu terno, enquanto
que ao mesmo tempo, acumulam de promessas raramente cumpridas.
Cabe aqui uma
reflexão, não com o objetivo de alterar a Desordem e Regresso. Mas com o
intuito de repensar no papel de ser humano em meio a sociedade.
Fechamos os
olhos e ignoramos o grito desesperado de
um povo que sofre em dores de parto. O desdém daqueles que saíram do meio do
povo, para o povo e pelo povo,só agrava a situação de injustiça e descaso, situação que merece ser repensada.
Diante dessa
realidade, cabe à pátria consolar os necessitados com um falso beneficio que os
force, mesmo que não explicitamente assumido, à na próxima eleição, reeleger a
politicalha que aleija a nação.
Contudo vale
ressaltar que existem exceções, homens e mulheres que se dedicam ao
funcionamento da democracia e que lutam para que o respeito ao eleitorado seja
mantido. Porém, por ser a minoria, são repentinamente reprimidos pelos
“senhores da corrupção”, que se consideram “donos do mundo”. Estes ditos
senhores, possuem livre acesso, erroneamente tem o direito de fazer e desfazer
aquilo que bem for de seu próprio interesse.
Este mal está
longe de ser extirpado de nosso meio visto que, em beneficio próprio,
parlamentares elaboram leis que somente a eles beneficiam, com lacunas que a
justiça cega e não sempre infalível deixa a desejar.
Resta ao povo, que
segundo a teoria, detém em suas mãos o poder capaz de colocar e tirar falsos
democratas do poder, reivindicar, assumir uma nova consciência capaz de não
aceitar em silencio aquela situação de descaso
com a missão que lhe foi confiada. Enquanto isso, os rios correm para o
mar, o povo sofre o descaso perante a corrupção alastrada nas veias da
sociedade e o Brasil continua deitado eternamente em berço esplendido.
José Rocha
joseasrocha@hotmail.com
Graduando em Historia
Universidade Estadual de Alagoas
Caro amigo, como você pode comprovar por esta ferramenta que aqui dialogamos, nós do 1º período falamos demais e agimos de menos, juramos revoltas no calor da retorica e quando estamos por trás das cortinas nos contentamos em viver nossa própria e particular vida, sem ao menos cumprir com os fervorosos discursos, fora as juras de reviravolta no estado acadêmico que cada um quer impor, a eleição do C.A comprova isso, estamos preocupados realmente em aprender coisas em um minimo de tempo possível e com o máximo de aproveitamento, lhe parabenizo pelo seu empenho em montar todo este aparato virtual para dialogarmos um pouco mais entre nós, mas, como se ver não é isso que o 1º periodo de Historia deseja para si, alias o seu texto ficou muito bem, você tem um metodo muito parecido com o meu de escrever, falando nisso não passa desta semana e lhe envio o texto prometido, demorou um pouco mais porque necessitou de uma certa pesquisa em estados e cidades vizinhas.
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ExcluirCaro dito colega do primeiro, se é realmente nosso colega ou se intitular colega, no mínimo deveria falar quem é, eu sendo você José cortaria essa pessoa, essa onda de ser oculto já deu muita história e quem é do período sabe o que estou falando, agora pouco, outras mensagens de pessoas que não tem coragem de falar nem por si próprio e quer falar pela maioria, já somos bem crescidinhos para ficar brincando de se esconder, acho que uma pessoa que deu a entender ser do primeiro e não fala quem é, não merece credibilidade, se mostre quem é, fale quem é, troque ideia junto dos outros, troque experiência, essa onda de mister M já passou dos limites, e enquanto a o pessoal do primeiro falar muito e fazer pouco, não pode falar por todo mundo, se vc não faz nada eu seu período, ou digamos que realmente seja do primeiro e não faz nada, problema seu, mas existe um grupo que pequeno que sempre está lutando por algo, falando chamando a galera para não ficar submisso, e quanto ao C.A. se prestou bem atenção sobre o que falamos, percebeu que não estamos defendendo uma política centralizada, pelo contrário estamos chamando todo mundo para se mobilizar, que o C.A. nada mais é que uma representação do curso total de história, e que se a união de todos não serve para porra nenhuma, acredito que você que não está fazendo realmente nada, a não ser ficar escondido por trás de computadores e não tem coragem de falar quem realmente é, pelos simples fatos de que, falar é fácil, escrever textos bem elaborados com bons argumentos não basta, coloque a cara para todos verem que é você, estou cheio de gente covarde que fica se escondendo por trás de máquinas computadores, que ficam falando por trás, falem na cara, ninguém é obrigado a concordar com ninguém, então estamos ai para isso, discutir ideias, aprender juntos, discordar um do outro, acredito que isso só tem a engrandecer, mas fazer isso com um cara que fica se escondendo e falando por códigos não dá..
ExcluirCaro senhor Otaviano,desde ja agradeço seu comentario.
ResponderExcluirAgradeço tambm pelo elogio
Porém cabe lembrar o espaço para pensamentos livres,elaboração de textos criticos socias,etc. conforme combinado e relatado acima no Blog.
Contudo,tudo deve ser minuciosamente avaliado,para ver se é coerente ou não.
Quanto às revoltas,deveras,tu estás correto.Porém não se pode generalizar em dizer "nós do 1º período falamos demais e agimos de menos, juramos revoltas no calor da retorica e quando estamos por trás das cortinas nos contentamos em viver nossa própria e particular vida..."
Afinal,juizo pre-concebido de valor é algo incoerente não acha?
Só quem observa os dois lados da moeda,pode entender seu verdadeiro valor.
No fim das contas o que importa é a atitude individual que cada um manteve em prol da sociedade,se nos omitimos,se falamos,se gritamos em praça publica,resta refletir ao fim do dia ao repousar a cabeça ao travesseiro: O que eu fiz? Só critiquei? Agi? Fiz minha parte? O que posso fazer?
Marx tambm delegava ao proletariado que "SE" todos se unissem, e "SE" destruissem a ordem em vigor até hoje,isto é, a burguesia,chegariam á um estagio de igualdade e justiça social.
Vamos fazer nossa parte?Resta uma conscientização,mas não sou eu quem vou julgar.
Aguardo seu texto,ansiosamente!
Grato!
Refletindo sobre sua resposta cheguei a conclusão que errei, a generalização é um pecado gravíssimo e eu deveria ter me atentado a isso, em relação a critica do agir, mais uma vez penso que errei ou melhor fui errôneo em lhe dirigir esse comentário, como você mesmo citou é algo meu e deveria ter continuado assim, o que eu poderia criticar era um texto ou argumentação e não a vontade alheia de manifestação, mas, no meu impulso eu quis somente falar a você e não a todos, deveria ter usado a ferramenta do e-mail, não quis eu colocar a pratos limpos a nossa situação como alunos, queria realmente debater um pouco mais com você e acabei que desviei meu caminho e isso será corrigido ao termino desta argumentação onde eu Otaviano Vasconcellos irei reavaliar minha posição perante os meus e agir de acordo com a situação ou como prefiro expressa, agirei para com os meus de acordo com a conveniência em questão, fico grato pela observação me foi muito proveitosa, talvez sem ela não estivesse neste momento tão preocupado com minha atitude para com os próximos.
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