segunda-feira, 4 de junho de 2012

O FISIOTERAPEUTA


O fisioterapeuta é o profissional que por meio de estudos do movimento humano, em todas as suas formas de expressão e potencialidades, tanto nas alterações patológicas quanto nas repercussões psíquicas e orgânicas, utiliza recursos como: cinesioterapia, termoterapia, crioterapia, entre outros.
A utilização desses meios tem a finalidade de preservar, manter, desenvolver ou recuperar a integridade dos órgãos, sistemas ou funções. É de sua competência realizar avaliação funcional, elaborar o fisiodiagnóstico (diagnóstico dos distúrbios cinéticos funcionais) com o objetivo de detectar as alterações apresentadas, prescrever condutas fisioterapêuticas, acompanhar e reavaliar o processo terapêutico no paciente e dar alta nos serviços de fisioterapia.
Várias são as áreas que o fisioterapeuta pode atuar, apresentando uma missão primordial de cooperação mediante nova realidade da saúde, atuando na prevenção (primária, secundária e terciária), na assistência fisioterapêutica coletiva e individual e na promoção e educação em saúde. Na área de saúde coletiva, o profissional pode atuar em programas de ações básicas de saúde, na vigilância sanitária, programas institucionais e fisioterapia do trabalho.
As especializações profissionais reconhecidas pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) incluem áreas de Dermato-funcional, Fisioterapia do trabalho, Pneumo-Funcional, Neuro-Funcional, Traumato Ortopédica, Osteopatia, Reumatologia, Fisioterapia intensiva e Acupuntura, dentre alternativas.O avanço da tecnologia faz do profissional competente, procurar o tempo todo aperfeiçoar suas pratica e seus conceitos. Como a área medica não é uma área exata é importante que o profissional esteja apto a sugerir, criticar, desenvolver e aceitar novas práticas e ações no campo da fisioterapia, desde que comprovado cientificamente.
Como qualquer outra profissão há dificuldades na valorização. Porem é importante que a valorização comece com a própria consciência do profissional. Aqueles que desejam seguir a carreira docente devem o tempo todo interagir com a atualidade, vivenciando em sala de aula o processo ensino aprendizagem dos futuros profissionais.
Uma frase que costumo ouvir das pessoas é “você é fisioterapeuta, estou precisando de uma massagem”, onde o fisioterapeuta que se valoriza, não faz massagem é sim utiliza meios da massoterapia para tratamento de algumas disfunções, pois, quem faz massagem é o massagista.
Um desabafo...
Considero a fisioterapia uma das mais belas profissões. Porem há profissionais que envergonham a fisioterapia. Infelizmente. Mas para quem honra, é apaixonante.



Natanael de Oliveira Silva
natanfisio@hotmail.com
Fisioterapeuta – Clínico e Intensivista,
Professor Universitário



  




sábado, 2 de junho de 2012

A começar em mim


A vida é uma caminhada, disse o poeta a quem o escutava. É preciso revolucionar, tomar novos rumos,atalhos, descobrir novos percursos, fazer a diferença quando tudo parecer sempre igual.
Faça tudo o que temque fazer, para provar a si mesmo que você não é uma maquina!Você é um ser humano, é repleto de talentose habilidades. Lá fora está o mundo esperando por pessoas iguais você,capazes de revolucionar tudo por onde passam e deixando o gostinho da saudade.
Minha vida ganhou sentido quando alguém mostrou-me uma multidão de pessoas e disse-me: “Eles esperam por você!”
Descobri que a chave da minha felicidade não está nas mãos dos outros,que é preciso ser o melhor a cada dia,não pelos outros,mas por que eu devo me sentir feliz ao fim do dia por ter feito tudo o que pude fazer e que a noite ao deitar a cabeça sobre o travesseiro eu posso dormir tranqüilo sem escutar o sino da consciência tocar a meu ouvido. Onde eu possa questionar a mim mesmo:"O que eu fiz de bom neste dia?” Se me enxergarem tudo bem se não me notarem na multidão tudo bem também. Eu provo a mim mesmo e os demais vêm com o decorrer do tempo sem pressa, sem inquietação.
 Não basta ser bom filho,bom marido,bom profissional,o mundo está cheio de pessoas boas e nem por isso deixamos de notar o caos que está demasiadamente explicito . É preciso ser sujeito na forma de adjetivo,com qualidade.Não espere pelos outros,tome uma iniciativa.
Faça uma lista dos sonhos que você tinha,observe quantos você desistiu de sonhar,recorde os amores que você jurava ser para sempre,mas você desistiu de cultivar,quantos amigos você deixou de fazer,quantas amizades perdidas,quantas oportunidades que você lançou ao mar acreditando que era o dono da situação e que estava no controle de tudo.
Lembra da grande paixão da sua adolescência?Lembra do convite que você não fez?Por que não disse que a amava?Talvez sua timidez tenha feito você perder muitas oportunidades na vida!
Às vezes encorajamos nossos amigos com belos conselhos, a lutar pelos ideais e lutar por quem se ama, mas quando se trata de nós,a historia ganha outro contraste. É interessante ver como passamos tanto tempo dando atenção desnecessária à algumas pessoas e situações. “Dizer “Bom dia”,” Boa tarde”, “ Você é importante para mim” ,“Eu amo você”, “Obrigado pela sua amizade e sua presença” nunca arrancou pedaços de ninguém.
Tente dar um beijo de boa noite na pessoa amada, dizer o quanto esta pessoa, que te suporta mal humorado e estressado do trabalho todo santo dia, é importante na sua vida e como tudo ganhou um novo sentido desde que a conheceu. Um dos dois lados vai ter que ceder no orgulho,se for preciso revolucionar e trazer de volta aquilo que tornou a amizade colorida um certo dia,que comece por você!
E os casais, alguém pode me explicar onde foram parar as juras de amor eterno?Lembra como era sua esposa quando a conheceu?
O tempo passou,mas lá dentro,ainda existe aquela pessoa que um dia te conquistou. Detrás daqueles cabelos grisalhos,das rugas, ainda existe o grande amor da sua vida. Lembra como vocês eram um casal de namorados de conversas demoradas de riso largo,de brilho no olhar?
Ver aquelas fotos antigas de seus passeios no parque,no colégio,no trabalho,nas festas e na praia,faz pensar que eram outras pessoas.Alguma coisa deixou de ser cultivada e regada todo dia.E os solitários,lembra deles?Você já parou para pensar nas vidas que cruzaram seu caminho e que você agiu de forma fria e desumana?
Lembra daquela senhora que,entrou no ônibus e você,tão jovem ignorou ou fingiu que estava dormindo para não dar lugar para ela? Você pode ter perdido a oportunidade simples de arrancar um sorriso de alguém. Pequenos atos que fazem grande diferença.
Com o passar do tempo aprendi que ser feliz é fazer alguém feliz se eu estou bem comigo mesmo, sinto-me inquieto ao ver alguém que não descobriu a alegria de viver. Com o passar do tempo aprendi que nem sempre o erro está nos ombros dos outros, mas que a começar por mim,devo fazer a diferença e ser diferente para mim e refletir aos outros. Eu quero ser o melhor,eu quero mais e quero ser mais para mim e para os outros .
Se eu me amo, o amor dos outros por mim deve vir em segundo plano,não em primeiro lugar privilegiado e mal correspondido como é por tantas vezes. Aprendi que para fazer a diferença é preciso que EU em primeiro lugar prove a mim mesmo que não preciso dos outros, mas que os outros precisam de mim, não por carência e solidão, mas por que EU preciso amá-los e mostrar para todos com compaixão e a mim mesmo que ELES são importantes para mim.
Perdemos tempo, acreditando ter tempo a perder. Na vida encontramos pessoas que chegam, que saem, que ficam, que vão embora, que perdemos o contato, que ficam em Nossa lembrança, que deixamos na solidão,que deixamos na saudade e no desejo sadio de fazer tudo outra vez.
 Nós saímos do caminho dos outros e os outros saem de nosso caminho, resta marcar esta passagem na historia, fazer com que nada tenha sido em vão nem pra mim nem para os outros. Hoje sei que tive e que perdi muitas primaveras. De todas elas, a que mais recordo , foi a que deixei o rastro de saudade em tantos jardins, quando ao fim da tarde um girassol me disse: "Sou feliz por ter te conhecido!

                                 18/09/2010

José Rocha
Joseasrocha@hotmail.com
Graduando em Historia
Universidade Estadual de Alagoas


O Idealista


Quando chegou a primavera, faltou luz no silencio da tarde.
Algo em mim, sufocado, ardia e batia forte em meu peito como se o visitante que eu não queria receber já estivesse à porta da frente.Tentei fugir do barulho e feito águia a levantar vôo, escutei meus passos com precisão.
Fechei-me na penumbra do quarto e ao olhar pela janela,tornei-me poeta aprendiz que ao admirar a vida,soma os versos de sua primeira poesia.Diferente de outrora eu já não sabia o que fazer. “Passei metade de minha vida acumulando riquezas”,disse-me o sonhador realizado.
Eu porém,passei grande parte de minha vida a defender meus ideais.Ofereceram-me do ouro ao diamante para eu os abandonar ,mas não aceitei.
Recusei reinos e vales,montanhas e mares,tudo era sem valor para mim.Como quem segura uma jóia rara nas mãos ,segurei forte e os protegi para que não os roubassem de mim.
Hoje mal acredito que em uma tarde tão bela,quando a brisa leve soprava sobre mim,eu troquei por 30 moedas de prata tudo aquilo que sempre me deu esperança e vida.Percebi que passei tanto tempo a defender certos valores éticos e como quem empunhava uma espada afiada,lanço-a ao chão e abandono tudo.
Pergunto-me se foi inútil recusar o ouro que por tanto tempo me ofereceram. E como se a venda de meus olhos fosse retirada,vejo a vida de outra forma.
Já não insisto em usar o brasão sobre o peito e pela janela vejo minha capa vermelha no varal.
Descobri que os heróis que sempre aplaudi, não passam de homens velhos, cansados e arrependidos de salvar o mundo.
E por temer ser igual a eles, larguei a caneta e rasguei o poema. Por saber que um dia serei esquecido da mesma forma que esqueci de lutar, sinto-me um velho que levanta a bandeira e chama pelo que não se conhece.
A saudade já se foi e no muro da esquina eu não vejo as juras de amor eterno. Feito criança arrependida por ter quebrado o vidro, devolvo agora as 30 moedas de prata na esperança de que volte a vida.

26/11/2010

José Rocha
joseasrocha@hotmail.com
Graduando em Historia
Universidade Estadual de Alagoas

Sobre a Superioridade e Discriminação


Sou contra o preconceito, de classe, cor, religião, sexo, sou contra a desigualdade social entre pobres e ricos, contra a marginalização dos menos favorecidos, etc e tal.
Debaixo da armadura somos todos iguais, porém não retiramos a cortina.
Assim como o machismo que é uma patologia, ao considerar a mulher como um ser inferior e não pensante e atuante na sociedade, o feminismo ao extremo e desvirtuado, que ultrapassa a noção de igualdade, torna-se um sentimento de superioridade, da mesma forma que o machismo.
A mulher deve ter seu espaço na sociedade, ter os mesmos direitos como o homem tem, espaço que significaria, igualdade moral, igualdade de salários, igualdade de educação, igualdade em  relação é liberdade de expressão entre outros pontos.
Quando essa característica feminina, que é um direito, não está sendo respeitada, há uma violação dos direitos humanos. A mulher é um ser humano, não um objeto.
Não é um animal, assim como o homem também não é.
A mulher através da luta social conquistou direitos que ainda hoje não são cumpridos em sua totalidade. Parabéns a todas as mulheres engajadas na mudança.
Mas essa conquista não pode de maneira alguma significar a deturpação dos valores femininos e vulgarização.
Quando o homens e mulheres mutuamente se julgam superiores e acima do nível  de dignidade alheia, isso é preconceito, seja esta prepotência rotulada de machismo ou feminismo (atente para a logica da deturpação, que difere da logica de luta por igualdade e justiça).Não se deve confundir. Uma coisa é a luta e o direito conquistado por merecimento, outra coisa bem distinta é acreditar que é superior aos que antes á marginalizaram e foram seus opressores. Isto é, quando a luta é extrema e desvirtuada, o oprimido se torna opressor.
Lutemos por uma sociedade onde não existam títulos ou rótulos, onde todos sejam “Seres humanos”, sem taxação de machista e feminista.
Todos têm o mesmo direito, infelizmente a sociedade não percebeu, pois a logica da dominação impôs a ideia de superioridade e inferioridade.



José A.S.Rocha
joseasrocha@hotmail.com
Graduando em Historia
Universidade Estadual de Alagoas


sábado, 12 de maio de 2012

Memórias do Outono




 Das muitas coisas que vivi naquele outono, uma das poucas que me fizeram refletir, foi observar pela porta de vidro ,que me separava da calçada e da rua que estava a minha frente como que uma muralha á dividir, um homem de aparência simples, que recolhia as garrafas pet, que alguém jogou no lixo e delas retiraria seu sustento. Durante minutos o observei, e me questionei, acerca da frieza que muitas vezes produzimos feito uma geladeira que produz e solidifica o que nela detém.
Aquela tarde, observei o contraste entre o carro estacionado, motorizado, e o carro, que  era guiado por este homem anônimo para mim.
Questionei-me como o capitalismo divide. As pessoas, em grande parte acreditam que alguns nasceram para ter sucesso e outros não. Ao remexer os papéis, onde eu  estava naquela tarde, encontrei o texto motivacional, que desmotiva todo e qualquer ser que ao menos pense na realidade e seus contrastes. O nome era: "O seu sucesso depende de você". Ora, e aquele homem? Sim aquele homem que se locomovia, o que o fez chegar a esse ponto? Quais as barreiras e oportunidades que não lhe chegaram e que lhe foram negadas assim como a muitos que se marginalizaram? Quais as portas que lhe foram fechadas e que este foi o único meio para sua sobrevivência?
Porém passamos nas ruas e vemos pessoas procurando no lixo o pedaço da maçã que foi jogada, e isso é "o normal", ignoramos quem  no fim do expediente do comercio varejista, vai nas portas das lojas pedir caixas de papelão, alguns para vender e comprar seu pão, outros para se cobrir na calçada durante as noites.
Onde foram e o que pensavam a respeito disso aquelas pessoas que o capital favoreceu  de certo modo e tomaram por entre risos aquele liquido comercializado e no lixo jogaram a garrafa pet para que o ciclo de desigualdade prevaleça e aquele  homem, anônimo, retire seu sustento

José Rocha
Joseasrocha@hotmail.com
Graduando em Historia
Universidade Estadual de Alagoas Uneal

domingo, 15 de abril de 2012

Educação Publica,Alienação social e Politicalha

              
A educação é a base de toda sociedade. O individuo desprovido desta ferramenta, torna-se facilmente um alvo da manipulação daqueles que  a detém, mas que não usam para o bem comum, e sim ,para o processo alienatório.
O Estado tem investido na propaganda  que divulga sua “boa ação social” em prol de uma educação para Todos. Porém sabe-se perfeitamente que a realidade é diferente.
Educar as crianças sem torna-las fruto da alienação governamental, sem fazê-las  seguir modelos já previamente estabelecidos, é tarefa difícil de realizar.
Não há real interesse do governo, em particular brasileiro, em formar uma geração de cidadãos  que de Norte á Sul, de Leste á Oeste sejam dotados de uma consciência capaz de analisar o verdadeiro papel politico na sociedade.
Não é do interesse politico, que nos representa, investir maciçamente  na educação publica, tornando-a  digna de premiações e imitação. Salvo em  casos raros, onde  a exceção é retirada para um exemplo comparativo de desigualdade.
O Estado de Alagoas, por exemplo, tem o maior índice de analfabetismo do Brasil, sua realidade fora das estatísticas, pode ser analisada da seguinte forma:
Uma geração politica que sucede a anterior e que conscientemente faz a população  fechar os olhos á este  pilar tão importante. Sem Educação  de qualidade não há futuros profissionais capazes de suprir as necessidades do mercado  de trabalho. Desta forma, o individuo desprovido desta ferramenta perece nas mãos da politicalha, que o levam a vender seu voto e sua consciência, para eleger mais uma vez a corja de corruptos e  tapam a boca de seu povo com a Politica do pão e circo, perpetuando os males já conhecidos como falta de segurança publica, saúde, e o analfabetismo.
Não havendo indivíduos que tenham ou tiveram acesso á educação escolar de qualidade ou ao menos educação escolar e  que possam cursar uma universidade, prestar concursos públicos, obter um emprego digno, resta apenas o trabalho forçado, a mão de obra, praticamente única ,existente no Estado de Alagoas: O corte de cana para a indústria canavieira ,que recebe o apoio de inúmeros políticos do estado.
Por esta razão investe-se pouco na educação da rede publica, ainda que se invista na educação, esta alteração é feita com passos lentos. Assim, o individuo vê-se obrigado á seguir esta regra e carecer do apoio do líder canavieiro interligado ao politico, quando não é o mesmo, para que não perca sua única forma de sustento.
A nível nacional, não se educa as crianças levando-as a refletir de cedo, não educa-se  os adolescentes  oferecendo-lhes uma educação de qualidade, com professores bem remunerados e satisfeitos, então consequentemente  o fruto desta sociedade são jovens  inconscientes  e alienados que vivem apenas para o hoje, nada mais .
O papel da Universidade é levar os jovens os jovens ao  debate  social, ao questionamento, à reflexão ,tarefa esta que torna-se difícil com a ideia de dominação politica e descaso social já enraizada. Chega-se á dizer: “É assim mesmo, não vai mudar”.
Formou-se na população a ideia que não deve-se  ir contra a ordem social vigente, há quem mande, deve haver também quem obedeça. Não se cogita a possibilidade de inverter a ordem.
O governo arma uma campanha publicitaria que leva a população á crer na bondade falsamente difundida, onde se crê que programas de irradicação do analfabetismo estão sendo implantados e tendo resultado proveitoso. Elaboram-se programas que muitas vezes não saem  do papel, onde a educação é deixada de lado, mas a imagem que fica é que tudo está indo bem.
Desta forma, há uma cadeia cíclica que tanto em Alagoas como em todo o Brasil, repete-se ano após ano.
Fica mais fácil manipular uma sociedade inteira, desprovida da ferramenta da informação, remunerando mal os professores, que vão as salas de aula, não sempre com satisfação, mas por ser sua única forma de sobrevivência, para passar o conhecimento bem obtido ou não, às crianças que já entram na escola “contaminadas” pelo germe da alienação.
 Estas voltam para casa sem a pratica da reflexão, acreditando  por si sós e pelo meio o qual estão inseridas, que estudar é algo desnecessário. Um prato cheio para a politicalha que espera só alguns anos para ter mais um cidadão desprovido de conhecimento, que não conhece a Lei, nem seus direitos e deveres, sem isto não pode ir contra a manipulação politica social.
A propaganda roubou a consciência e o governo disse-lhes que está tudo bem, quando não está, é só uma marolinha.  Volta-se para casa senta-se no sofá, acomoda-se  e aceita isso por verdade feito uma  ordem natural inquestionável  e imutável.


José Rocha
Joseasrocha@hotmail.com
Graduando em Historia
Universidade Estadual de Alagoas












sexta-feira, 6 de abril de 2012

O Valor da Educação No Brasil



No cotidiano da maioria dos estudantes eles aprendem por duas lições a sociedade que estamos inseridos, sob as quais se configura a sociedade de nossos pais e que estamos pré-estabelecidos, e que o nosso real espaço dentro dela se faz sobre a seleção racial, econômica e cultural.
A esperteza de passar-se sobre quem seja para se estar no topo dela, que as classes menos favorecidas estão no fim desta democracia, os limites da sociedade, onde não se encontraria todas as variáveis necessárias à manutenção deste grupo ou o espaço do descaso dos nossos governantes, que por último se olharia, se poder ajudar.
Vivemos uma democracia suja encenada, sob a qual os ricos, políticos se vestem e premiam-se por tamanha atuação à desmobilização e desinteresse popular da política nacional, que eles vêm mantendo desde o período colonial com a execração tida à educação, nossos professores e estudantes, nós todos verdadeiros brasileiros por amor a sua terra.
Somos mãos-de-obra presos pelo cabresto para os seus negócios de exploração das suas vidas e a de seu país em favor das gigantescas empresas que muito têm que do Brasil espoliar, e não para o que somos por natureza, superamos os nossos limites ambientais físicos para conquistar o planeta, e não cabeças-de-obras, porém conseguimos ser, nesta luta desigual pela vida.
Que os nossos pais não conseguem manter-se numa carga psicológica saudável, de emoções controladas e humanas, dada a vida de sofrimento infindável, se tornando os seres assistidos, sem possibilidade de conhecimento formal, disto tudo, e revertê-la, nos adaptando a elas, à qual é suficiente  aprendida da que é ensinada, que os professores tentam transmitir, como todos nós que por eles perecemos, delineada nos moldes burgueses, patriarcal e todas mais indesejadas características herdadas do português; precisando-se e desejando uma outra realidade para todos nós.

Arnaldo da Silva Oliveira
Graduando em  Geografia
Universidade estadual de Alagoas