No cotidiano da
maioria dos estudantes eles aprendem por duas lições a sociedade que estamos
inseridos, sob as quais se configura a sociedade de nossos pais e que estamos
pré-estabelecidos, e que o nosso real espaço dentro dela se faz sobre a seleção
racial, econômica e cultural.
A esperteza de
passar-se sobre quem seja para se estar no topo dela, que as classes menos
favorecidas estão no fim desta democracia, os limites da sociedade, onde não se
encontraria todas as variáveis necessárias à manutenção deste grupo ou o espaço
do descaso dos nossos governantes, que por último se olharia, se poder ajudar.
Vivemos uma
democracia suja encenada, sob a qual os ricos, políticos se vestem e premiam-se
por tamanha atuação à desmobilização e desinteresse popular da política
nacional, que eles vêm mantendo desde o período colonial com a execração tida à
educação, nossos professores e estudantes, nós todos verdadeiros brasileiros
por amor a sua terra.
Somos
mãos-de-obra presos pelo cabresto para os seus negócios de exploração das suas
vidas e a de seu país em favor das gigantescas empresas que muito têm que do Brasil
espoliar, e não para o que somos por natureza, superamos os nossos limites
ambientais físicos para conquistar o planeta, e não cabeças-de-obras, porém
conseguimos ser, nesta luta desigual pela vida.
Que os nossos
pais não conseguem manter-se numa carga psicológica saudável, de emoções
controladas e humanas, dada a vida de sofrimento infindável, se tornando os
seres assistidos, sem possibilidade de conhecimento formal, disto tudo, e
revertê-la, nos adaptando a elas, à qual é suficiente aprendida da que é ensinada, que os
professores tentam transmitir, como todos nós que por eles perecemos, delineada
nos moldes burgueses, patriarcal e todas mais indesejadas características
herdadas do português; precisando-se e desejando uma outra realidade para todos
nós.
Arnaldo da Silva Oliveira
Graduando em Geografia
Universidade estadual de Alagoas
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